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JORNAL DA UNEGRO-MINAS
Desde: 01/11/2004      Publicadas: 62      Atualização: 06/09/2005

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 EDUCACAO

  28/03/2005
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UNEGRO ARTICULA APOIO À COTISTAS

APOIO DA UNEGRO AOS COTISTAS

Unegro articula apoio da Ufba a afrodescendentes Entidade discute com aprovados pelo sistema de cotas estratégia de auxílio a alunos pobres Os afrodescendentes não querem apenas ter garantido o direito de ingressar na universidade pública, como já assegura o sistema de cotas. Eles buscam estratégias de permanecer nela e concluir a formação superior. Para isso, a União de Negros pela Igualdade (Unegro) teve encontro ontem com grupos universitários negros da Universidade Federal da Bahia (Ufba), da Universidade Estadual do Estado da Bahia (Uneb) e da Católica, além de estudantes aprovados pelo sistema de cotas. A idéia é propor à Ufba a adoção de um projeto semelhante ao da Uneb, o Protege, que pretende oferecer meio salário mínimo mensal a cerca de 300 alunos carentes. Os secretários municipais da Reparação, Gilmar Santiago e da Educação, Olívia Santana, também participaram do encontro. Segundo diretor da Unegro, Léo Ornelas, chegar apenas à universidade não é suficiente. "É bom ficarmos ligados, só entrar não basta. É preciso nos mantermos e concluirmos os cursos, além de criar estratégias que dêem condições aos "afroaprovados" de se inserirem dignamente na vida acadêmica em todas as suas fases inclusive na pós-graduação", acrescentou Ornelas. "Essa importante vitória do movimento negro no país, não pode passar em branco. Os que defendem a reserva de vagas nas universidades para a classe média branca e estudantes oriundos das escolas privadas no Brasil são os mais revoltados. Sem falar nos que passam a falsa idéia de que as cotas vão inferiorizar os seus beneficiados", disse Léo Ornelas, diretor da Unegro. A estudante negra Luciana Freitas, 18 anos, beneficiada pelo sistema, que ingressou no curso de arquitetura, fez parte de todo o processo de discussão sobre a implantação de políticas afirmativas em prol das cotas. "Nós militantes afrodescendentes avisávamos sempre: aguardem, ainda vamos chegar lá. E chegamos, para mostrar a nossa cara negra", revelou, orgulhosa. "Como diria Steve Biko, estamos por nossa conta. Vamos bater forte para derrubar as barreiras que nos separam do ensino superior de ponta do nosso país", acrescentou. Correio da Bahia, 17.03.2005



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